terça-feira, 14 de novembro de 2006

Espera...

A espera me é terrível!

O resultado de uma prova ou de um exame de saúde, aquele sim ou aquele não, o aprovado ou o reprovado, a notícia que já devia ter chegado e ainda não chegou... Putz! A expectativa, para mim, é corrosiva!

Historinha: algumas vezes, quando eu era ainda moleque, e fazia algo que minha mãe não achava muito apropriado, ela me dizia "a gente vai conversar depois...". Isso era um terror! Na maioria das vezes eu esperava, tremendamente aflito, até que essa maldita conversa acontecesse. Aí vinha meu temido castigo - geralmente algumas palmadas de chinelo -, mas o sofrimento viera desde as palavras "a gente vai conversar depois...". A expectativa pela conversa que viria talvez fosse pior do que qualquer um castigo que se seguisse. Hoje é certo que não temo mais as palmadas de chinelo, mas a espera... Pultzgrila...

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